terça-feira, 8 de outubro de 2013

Biologia do Amor

A reflexão que faço do texto que lemos em aula "Biologia do Amor" é que os avanços da Biologia, da Quimica e da Imagiologia permitiram o estudo das crianças adotadas.
Os afectos-ou a falta deles- alteram as funções cerebrais, e as experiências de vida mexem com a quimica do corpo humano.
"A criança adotada cresce fisicamente. Até a cabeça fica maior. E a cognição também melhora" explica Vinke. Outra pediatra do desenvolvimento, Mónica Pinto constata "pais adotivos que salvam crianças", não andava, não falava, nem ouvia. Vegetava numa instituição. Agora, vai à escola, aprendeu a andar e a falar. Ouve com a ajuda de um aparelho. Tudo porque descobriu o afeto num pai "salvador", e com isso, mudou drasticamente a sua fisiologia.
Depois do nascimento, a oxitocina, é essencial ao parto, é também a hormona que dita a primeira ligação mãe-filho. Sem ela pode mesmo haver rejeição. Larry Young, considerado um dos maiores especialistas mundiais, afirma, sem hesitar que "o vínculo mãe-filho é a base para todas as ligações humanas".
A adição é outra pista cada vez mais seguida no estudo da biologia dos comportamentos. Pode parecer chocante, mas o consumo de heroína e o prazer sentido na troca de afetos entre pais e filhos ativam os mesmos processos biológicos " a substância neuro-hormonal provocada pela heroína é semelhante à produzida na brincadeira entre pais e filhos. São moléculas que encaixam nos mesmos recetores, embora a droga produza maiores quantidades de hormona".
A conclusão que tiro desta reflexão é principalmente que uma criança ao ser adotada pode ter uma maior evolução no seu desenvolvimento, sendo esses pais, uns "salvadores" :)

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